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Isto até faz rir, mas é uma realidade, e estamos no carnaval e ninguém leva a mal

Assim se passa na sociedade e andam essas pessoas de cabeça erguida julgando que os outros dormem, ou que é tudo farinha do mesmo saco.
É uma história como muitas outras, mas que não começa como essas outras, Era Uma Vez, mas começa sim como uma realidade, para quem não sabe era uma vez é uma história contada para entreter, assim entendo eu, mas esta não é, esta foi é tipo realidade, bora lá então contar.
Quando um tipo, ou chamem-lhe o que quiser, seja num clube de futebol, numa associação desportiva ou etnográfica, na política, ou qualquer outro grupo, é convidado para formar uma lista para liderar esse mesmo clube ou associação ou até cargo político, procura rodear-se de pessoas de confiança e de capacidades de desempenhar algo a que forem destacados, e até saberem respeitar o próximo, porque quem teve uma formação educativa no passado sabe respeitar, quando digo formação/educação quero dizer educação da vida, se for falar da educação que vem do berço, aí, meus caros estamos tramados porque não conhecemos o passado das mesmas, mas mesmo assim o Zequinha (nome fictício), enfrenta esse desafio e lá convida um grupo de pessoas para com ele levar avante os tais anos de mandato e, procurar fazer o melhor para a casa que todos representavam, o problema vem depois quando alguns não sabem, não tem ideias, não tem tempo, mas querem ser galardoados e são daqueles que pertencem ao grupo do velho ditado (a inveja é a arma dos incompetentes), porque quem não tem ideias e não apoia as dos outros e por fim nem aparece, essas só tem um nome que na terra do Zequinha se chamam de pessoas dissimuladas, tipo, não fazem porque não sabem mas também não querem que os outros façam, mas muita gente avisou o Zequinha de que era um grave erro determinadas decisões e formas que se estavam a tomar em prol da instituição com alguns dos elementos da equipa destacados para representar essa mesma instituição, e que o interesse desses desde outros tempos era sim promoção pessoal mas que nada tinham para dar de contributo a favor da mesma instituição, coitado do Zequinha, não acreditou na velha história e lá foi andando até que um dia se apercebeu que tudo o que lhe diziam era uma verdade e uma realidade que a curto espaço de tempo se foi tornando conhecida para todos.
Mas o mais grave era a tendência de destruição, a tendência que havia em juntar grupos e destruir tudo, por parte dos que não tinham ideias nem sabiam como fazer, sabiam sim andar debaixo da sombra de outros, mas com o intuito de reconhecimento pessoal que nem aos eventos apareciam, a sorte é que houve um grupo muito forte e determinado que levantou a cabeça e se colocou ao lado do Zequinha e disse vamos em frente porque a nós não nos vão destruir, o Zequinha agradeceu.
E… assim vai a sociedade e ninguém tem coragem de apontar o dedo e de dizer as verdades, ao ponto de no passado exigirem que, A ou B teria que ser alguém no meio para que C ou D fizessem parte da determinada direção, (ai se o Zequinha tivesse conhecimento desse assunto que tinha acontecido no passado, o que só veio a descobrir depois que a formação do grupo era outra), ou então não se juntavam ao grupo, desde quando se exige algo para se fazer parte de uma coletividade sem fins lucrativos, desde quando se vai para uma instituição como voluntariado e se exige, desde quando é que se vai para uma direção para usufruir de entrada gratuita em festas e quando se tem que pagar não aparecem e se desviam os amigos mais próximos, tudo isso está provado, mas ninguém tem coragem de dizer as verdades e, cá andamos nós a enganar a sociedade que tudo é um mar de rosas e no fundo alguns nem dormem com o stress de ter que enfrentar determinados incompetentes que julgam que um titulo é tudo, há outros que nem sabem defender o papel para o qual foram destacados mas sabem dizer, eu assinei um papel, meus amigos eu assino papel sempre que vou á casa de banho.
Eu sou anti-títulos, sou sim a favor de um grupo unido e de trabalho e os que não sabem que deixem trabalhar quem sabe.
Carapuças só as enfia quem se sente ou alguma vez julgou ou tentou ser alguém, julgando que todos andam a dormir, mas esta indireta serve para alguém na sociedade, o Zequinha não podia andar mais a esconder algo que o perturbava quando outros julgavam que ele andava a dormir e, assim termina a história que não começou como muitas outras, ERA UMA VEZ.

Por Augusto Bandeira

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