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Banca reduz 6,4 mil milhões de euros de malparado até setembro

A Associação Portuguesa de Bancos acaba de divulgar a síntese de indicadores do sector bancário – 3º trimestre 2017.

Nesta síntese a APB destaca “o esforço que continua a ser prosseguido pelo sector bancário português, no sentido de diminuir a exposição aos ativos não produtivos (NPL)”.

Nos primeiros noves meses de 2017, os bancos portugueses reduziram em 6,4 mil milhões de euros o valor bruto de NPL (menos 2,3 mil milhões de euros face ao trimestre anterior). O que se traduziu numa descida significativa do rácio de NPL – Non Performing Loans para os 14,6% (este situava-se nos 15,5% no trimestre anterior e em 17,2% em 2016).

O crédito a empresas continuam a representar a maior fatia do malparado, mais concretamente 25,8 mil milhões de euros em termos brutos e 12.801 milhões líquido de imparidades..

Em setembro, no crédito a particulares e empresas os NPL líquidos de imparidades situavam-se em 21.355 milhões de euros, correspondendo a um rácio de cobertura de 46,5%. O valor bruto somava 39.915 milhões.

No setor as imparidades em percentagem do produto bancário caíram em 2017 (até setembro foi de 21,4% e em 2016, muito por causa das brutais imparidades da CGD, foi de 67,1%).

O rácio de cobertura de liquidez também melhorou em 2017, até setembro, ao cifrar-se em 176,7% (era 150,8% em 2016).

A rentabilidade melhorou ligeiramente (está em 4% no sector até setembro), mas a eficiência piorou de 59,4% (em 2016) para 61,5% nos primeiros nove meses de 2017.

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