Temas de Capa

O top dos mundos e do meu mundo.

Este ano de 2019 é muito sinónimo de Camões TV, de novas janelas de oportunidades e, por consequência, novos projetos. O Timeline é o programa de televisão que abracei ao lado da minha querida Adriana Marques, que pensou e desenhou este formato. Por isso, com mais um final de ano a chegar, achei por bem entrar em modo Timeline e falar-vos do que mais se destacou este ano nas redes sociais.

E podemos começar com as nossas retrospetivas musicais. O Spotify informou-nos, a todos mesmo, sobre quais as músicas mais ouvidas por nós – utilizadores – desde janeiro, além de também nos indicar o nosso artista da década!

A plataforma vai mais além e gera automaticamente uma playlist com as nossas músicas mais tocadas! Diferente do ano passado, o “Wrapped” agora pode ser feito tanto pelo telemóvel, quanto pelo computador. E o mais giro, é que os resultados podem ser partilhados mais tarde no Facebook, Twitter ou no Stories e feed do Instagram.

O YouTube também fez questão de marcar presença nesta festa de final do ano e apareceu com o “YouTube Rewind 2019”, com todos os vídeos e os assuntos que mais se destacaram na plataforma este ano.

Janeiro começou com dois vídeos que ocuparam os primeiros lugares nas listas brasileiras e portuguesas: a música do “Ticolé”, que se tornou o maior sucesso nos dois países e depois há o vídeo que nos toca bem no coração – o “Vovô do Slime”, que conquistou tudo e todos, sendo o segundo mais gostado do Brasil e a nível mundial ocupa a quinta posição! Em Portugal, vale falar da paródia “Rainha da Net” de Mafalda Creative que foi o que teve mais destaque no YouTube em 2019.

E de política e de futebol também vive o YouTube no meu país – Portugal -, e a prova disso é a entrevista de Ricardo Araújo Pereira à deputada do Livre, Joacine Katar Moreira e a paródia do YouTuber Miguel Paraíso relativa ao primeiro lugar do Benfica no campeonato nacional.

A nível musical, o nosso país irmão resolveu conquistar o número um em Portugal com o Terramoto da Anitta e do Kevinho no YouTube.

Já no que diz respeito aos Estados Unidos, por exemplo, “Old Town Road” de Lil Nas X com Billy Ray Cyrus roubou o primeiro lugar dos “Music Videos” do YouTube. Por outro lado, o vídeo mais visto nos Estados Unidos, não é de música – mas sim de James Charles, um influencer no mundo da maquilhagem. No vídeo, James Charles explica uma série de desentendimentos que aconteceram entre ele e outra celebridade – basicamente, é uma panela cheia de gossip, do bom, para quem gosta de cuscar muito.

No campo dos jogos, o YouTube tem em primeiro lugar o Minecraft, depois Fortnite e em terceiro Grand Theft Auto.

Voando agora até à sétima arte, a American Film Institute (AFI) anunciou os vencedores dos prémios de 2019. A lista contempla produções feitas para TV e cinema que sejam “consideradas cultural e artisticamente representativas deste ano”. O AFI Awards também costuma ser um termómetro para os prémios do ano seguinte, incluindo os Globos de Ouro e os Óscares. Entre os 10 filmes deste ano, dois tiveram mulheres na direção: “The Farewell”, de Lulu Wang, um drama sobre uma família chinesa que descobre que a matriarca está com cancro terminal, e “Adoráveis Mulheres”, de Greta Gerwig, que adapta o romance “Mulherzinhas”, de Louisa May Alcott.

Já entre as séries, “Game of Thrones”, que teve a sua temporada final em 2019, aparece ao lado das estreantes “Chernobyl” e “Watchmen”.

“When They See Us”, dirigida por Ava DuVernay, também foi escolhida. A série mostra a condenação de cinco adolescentes negros, acusados de uma violação que não cometeram.

Um dos filmes entre os candidatos aos prémios de cinema é “1917”, e foi uma das sugestões no nosso programa Timeline – “1917” é um filme do realizador Sam Mendes, que acompanha dois jovens soldados britânicos numa missão quase impossível no auge da Primeira Guerra Mundial.

Esta foi a retrospetiva, muito geral, do mundo da música, dos vídeos mais visualizados online e do cinema, que podem todos ver e ouvir no último Timeline do ano, na Camões TV. No entanto, a nível pessoal, sendo Catarina e não a Kika do gossip e dos entretenimentos – qual Fernando Pessoa, qual quê – este foi um ano especial e que me fez descobrir. Descobrir algo que não se sabia ser, descobrir algo que nos faz… ser. Escrevo-vos este texto de retrospetiva do ano, no dia em que, há 365 atrás, descobri estar grávida. Por isso, posso dizer que este foi um ano de descobertas e de escolhas – e a melhor que eu fiz, de qualquer ano que passou até aqui, chama-se Zion.

Catarina Balça

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