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E-buy or sustainability?

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Mais uma sexta-feira que nos bate a porta. Olá Caro leitor/a.

Espero-os bem.  Principalmente saudáveis.

O tópico que me caiu no regaço esta semana e, um que eu principalmente a nível pessoal tenho tentado e, com algum sucesso não apoiar muito, por vários motivos.

Online shopping

Principal motivo, e extremamente impessoal, claro está. A opinião é minha e não tem como intuito influenciar jamais a sua decisão.  Apenas um ponto de vista diferente.

Como dizia há instantes, e extremamente impessoal .

Salvaguardando algumas matérias que nos chegam dos Estados Unidos e para fins comerciais , não me apetece,  não tenho a mínima pachorra para abrir pacote atrás de pacote, e deparar-me com algo que não era bem aquilo pelo que ansiava.   Artigos de vestuário ? É para esquecer.  Pronto.

Nunca nada me serve à primeira numa loja. Imagine Online.

Calçado ?

OMG. Nem pensar e por aí adiante.

Falando agora de outra realidade muito dura e crua.  Cada vez que se faz um click e se envia para o “shopping cart” e se faz o checkout online, que estamos a fazer nós?

A substituir alguém por uma máquina, neste caso um computador, que poderia estar a usufruir um melhor salário e sustentando a sua família. Criando postos de emprego, etc.,etc. A isto se chama a economia “in motion”.

Mas sendo também objetiva e dando luz ao momento menos agradável por onde todos nós passamos, online shopping tornou-se a passos vastos e largos.  Se já o era mesmo em horário de expediente (sim muitos empregados fazem compras online) , “às custas do horário de expediente” dizia eu, tornou-se mais seguro.  Não ter de sair à rua,  lidar com filas de espera, expor aí fora.

Mas a realidade não se pode ofuscar. Por cada click perdem se em média quatro a cinco postos de trabalho.  E assim gira o nosso mundo.  Onde também com a criação de comodismo das apps de entrega de comida ao domicílio se vão criando alguns postos de emprego mas, sanando outros tantos e, criando uma geração de letárgicos, que até pedem um café por esses meios.  Onde estamos ? Em tempos frágeis e menos agradáveis.  Para onde vamos ? Estranha pergunta que só intemporal e as gerações existentes e vindouras irão poder responder.

Votos de muita saúde e lembre-se, antes de fazer o último click de “send”, pense que é mais um posto de trabalho, ou vários que está a aniquilar.

Até para a semana.

Fique bem.

Cristina DaCosta/MS

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