Portugal

Vacinas chegaram a mais de 56 mil profissionais das escolas

Até às 17 horas deste domingo estavam inoculados 56 mil professores e funcionários das escolas com a vacina da covid-19. Gouveia e Melo diz que primeiro dia da operação foi um “indicador de sucesso”.

Depois de no sábado terem sido vacinados 44 mil profissionais das escolas, até esta tarde, com o processo ainda a decorrer, a “task force” da vacinação tinha registo de 56 mil doses dadas da vacina contra a covid-19 no total do fim de semana.

O número foi avançado, ao JN, numa altura em que ainda estavam a ser dadas inoculações que vão aumentar esta quantidade.

Só no sábado, conforme revelou esta manhã o coordenador da “task force”, Henrique Gouveia e Melo, receberam a primeira dose 44 mil profissionais do pré-escolar, 1.º Ciclo e da escola a tempo inteiro.

A 10 e 11 de abril, será a vez dos docentes e não docentes dos restantes ciclos de Ensino, bem como aqueles que, por falhas técnicas, não conseguiram responder à primeira chamada. No total, espera-se que a vacina chegue a 280 mil profissionais.

Também no sábado, o vice-almirante tinha anunciado que seriam vacinados entre 65 a 70 mil docentes e não docentes no fim de semana que hoje termina.

De fora ficaram aqueles que já foram infetados pelo SARS-CoV-2 e os 1% a 2% que recusaram ser vacinados nesta fase.

Frisando que a vacinação, “organizada em uma semana e meia”, de 44 mil pessoas só no sábado é “um indicador de sucesso”, Gouveia e Melo sublinhou que o aumento da capacidade de inoculação vai obrigar à contratação de mais profissionais de saúde.

Mas ainda não se sabe quantos serão os necessários para que se conseguia dar 100 mil doses da vacina por dia.

“Vai ser necessário, certamente, contratar profissionais de saúde. Quantos? É o que nós estamos a apurar neste momento”, afirmou em Faro, onde acompanhou o segundo dia de vacinação com o ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues.

2500 enfermeiros

Na véspera, o responsável tinha avançado que seriam necessários 2500 enfermeiros para a vacinação em massa. Hoje não se comprometeu com o número.

“Este processo, além de ser benéfico para o ensino, também é um processo desse ensaio. E essas conclusões serão todas agregadas em resultados que permitem depois afinar com mais certeza quantas pessoas são necessárias contratar”, defendeu, citado pela Lusa.

Já o ministro da Educação apelou à vacinação por se tratar de um gesto “altruísta”. “Vacinamo-nos por nós, mas também pelos nossos vizinhos, pelos nossos familiares, pelos nossos pais, pelos nossos filhos, pelos nossos alunos e por aqueles que trabalham connosco” , defendeu Tiago Brandão Rodrigues.

JN

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