Portugal

Marcelo fala em “injustiça” com fecho do corredor aéreo britânico

Marcelo fala em "injustiça" com fecho do corredor aéreo britânico
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, durante a visita a Castro Marim, 4 de setembro de 2020. FILIPE FARINHA/LUSAvid-19

O presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, reconhece que o Algarve é o mais afetado pelo fecho do corredor aéreo britânico para Portugal, confessando “uma sensação de injustiça.”

“Fica uma sensação de injustiça, em relação a grandes áreas do território nacional, das quais, talvez mais penalizada seja o Algarve, pela ligação que tem ao turismo inglês”, disse Marcelo Rebelo de Sousa, reagindo ao anúncio da exclusão de Portugal do corredor aéreo britânico.

“Esperamos agora que possa haver, o mais rápido possível, e até pelas medidas anunciadas pelo governo, uma alteração da situação”, acrescentou Marcelo. “Agora, é olhar em frente. É preciso ser resiliente e resistente”, acrescentou o presidente da República.

“As medidas anunciadas agora só valem se os portugueses as souberem compreender e aplicar”, alertou Marcelo Rebelo de Sousa, em referência ao anúncio das medidas de contingência anunciadas esta quinta-feira, numa altura em que os casos positivos de covid-19 aumentaram para números de abril, uma das fase mais críticas da pandemia no país.

JN

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