Portugal

Marcelo acompanha de perto caso de português detido na Grécia

Marcelo Rebelo de Sousa, durante o anuncio da sua decisão sobre a recandidatura ao cargo de Presidente da República nas eleições de 24 de janeiro de 2021, na pastelaria Versailles, em Belém, Lisboa, 7 de dezembro de 2020. Prestes a completar 72 anos, no dia 12 de dezembro, Marcelo Rebelo de Sousa foi eleito Presidente da República à primeira volta nas eleições de 24 de janeiro de 2016, com 52% dos votos expressos. MANUEL DE ALMEIDA/POOL/LUSA

O Presidente da República reuniu-se com familiares e com o representante legal em Portugal de um motorista português que, desde janeiro, está detido preventivamente na Grécia, por terem sido encontrados imigrantes ilegais no camião que conduzia.

A reunião foi divulgada esta quarta-feira, dia 24 de março, através de uma nota no site oficial da Presidência da República na Internet. De acordo com a nota, “o Presidente da República teve a oportunidade de transmitir informação entretanto recebida da embaixada portuguesa em Atenas, dando conta de que o Ministério Público grego, ao pronunciar-se sobre o recurso relativo à prisão preventiva de Luís Marques, afirmou que o detido poderá ser libertado mediante pagamento de caução, ficando a aguardar julgamento em liberdade”.

Esta informação é considerada “um argumento importante para o recurso, que será decidido pelo tribunal competente”.

Marcelo Rebelo de Sousa reuniu-se “com a esposa e o filho de Luís Marques, o motorista português que se encontra detido preventivamente na Grécia desde o passado dia 10 de janeiro”, num encontro em que “esteve também presente o seu representante legal em Portugal”, lê-se no texto.

Na mesma nota, refere-se que a família de Luís Marques “agradeceu o acompanhamento pessoal que o Presidente Marcelo Rebelo de Sousa, desde o primeiro momento, deu ao caso”.

Segundo o jornal O Minho, motorista de pesados de Celorico de Basto, no distrito de Braga, “está desde 10 de janeiro preso na Grécia após terem sido detetados quatro imigrantes ilegais no camião que conduzia”, mas “alega estar inocente e que não sabia que os quatro indivíduos, três do Afeganistão e um do Irão, tinham entrado no veículo”.

“No dia 10 de janeiro foi apanhado pelas autoridades locais com quatro imigrantes ilegais no interior do camião, quando se preparava para entrar num ‘ferryboat’ com destino a Itália”, relata este jornal.

JN

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