Opinião

ACO, Uma organização sem norte na América do Norte

A Comunidade Angolana do Ontário (ACO) está sem norte. Alguns membros andam à procura de bussola de orientação, enquanto isso a direção (desorientada) da ACO vai demonstrado sem sofismas nem eufemismos que é uma organização desorganizada que está sempre a subir…para baixo. A atual direção, esta, tem dificuldades de toda ordem, ao ponto de ter receio de “descalçar para contar até doze”. Por quê? Porque não quer mostrar a vergonha que tem dentro do sapato: a “peúga rota”!

Os membros da Comunidade Angolana do Ontario (ACO) decidiram criar uma “Comissão de Gestão” para conduzir os destinos da organização até a realização da próxima reunião da Assembleia-Geral, que vai convocar a realização de eleições para escolher uma nova direção.

A decisão foi tomada no final de uma reunião realizada, no último sábado, em Toronto, em que, por unanimidade, indicou-se o nome de Carla Neto para presidir a “Comissão de Gestão” ora criada, que poderá ter uma duração a ser determinada pelos membros no próximo encontro.

A referida “Comissão de Gestão” terá, entre outras obrigações, reformular os estatutos da ACO, adaptá-los ao contexto atual, bem como criar condições objetivas (e subjetivas) para a realização da próxima reunião da Mesa da Assembleia-Geral e de eleições, em data a ser anunciada oportunamente.

É líquido entre os membros da ACO que há já alguns anos que a instituição está “parada no espaço no tempo” por não ter ações práticas que façam jus ao Objeto Social para o qual foi criado.

 

 

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