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Vacina contra a covid-19 pode estar pronta até ao fim do ano, diz OMS

Vacina contra a covid-19 pode estar pronta até ao fim do ano, diz OMS
This handout picture taken and released by the World Health Organization on October 5, 2020 shows World Health Organization (WHO) Director-General Tedros Adhanom Ghebreyesus wearing a protective face mask attending a WHO executive board holds special session on the Covid-19 response at the health agency’s hesdquarters in Geneva. – The WHO estimated Monday that 10 percent of the world has been infected by the new coronavirus — way more than has been recorded — as it mulled speeding up internal reforms. (Photo by Christopher Black / World Health Organization / AFP) / RESTRICTED TO EDITORIAL USE – MANDATORY CREDIT “AFP PHOTO / WORLD HEALTH ORGANIZATION / CHRISTOPHER BLACK” – NO MARKETING NO ADVERTISING CAMPAIGNS – DISTRIBUTED AS A SERVICE TO CLIENTS

O diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS) disse esta terça-feira que poderá ser lançada uma vacina contra a covid-19 no final deste ano. Tedros Adhanom Ghebreyesus pediu novamente que os países garantam uma distribuição equitativa deste futuro instrumento de proteção.

“Vamos precisar de vacinas e há esperança de que até ao final deste ano possamos ter uma vacina. Há esperança”, disse o diretor-geral da OMS no final de uma reunião da comissão executiva da organização, esta terça-feira. Neste momento, há nove vacinas experimentais a ser preparadas no programa Covax da OMS, que visa distribuir dois mil milhões de doses até ao final de 2021.

Tedros Ghebreyesus voltou a apelar à solidariedade entre países, de forma a que todos possam enfrentar a pandemia com mais um método de proteção. “Precisamos uns dos outros, precisamos de solidariedade e precisamos de usar toda a energia que temos para lutar contra o vírus”, disse.

O diretor da OMS rejeitou as críticas de Donald Trump sobre a alegada proximidade da OMS à China. O presidente dos EUA questionou a eficácia da organização após saber dos primeiros surtos do vírus SARS-CoV-2 na cidade chinesa de Wuhan. Mas Ghebreyesus defende que a organização manteve sempre o mundo informado.

Neste momento, há três painéis independentes a avaliar o desempenho da OMS. Um deles reuniu no mês passado. Tedros Adhanom Ghebreyesus vê a análise como algo natural: “A OMS está pronta para aprender e mudar. (…) Esperamos ter lições verdadeiras que possamos implementar e prevenir que algo semelhante aconteça novamente”.

JN

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