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Trump foi o principal impulsionar de “fake news” sobre a pandemia, diz estudo

Trump foi o principal impulsionar de "fake news" sobre a pandemia, diz estudo
US President Donald Trump steps off Air Force One upon arrival at Morristown Municipal Airport in Morristown, New Jersey en route to Bedminster, New Jersey on October 1, 2020, for a fundraiser. (Photo by MANDEL NGAN / AFP)

O presidente dos Estados Unidos, o republicano Donald Trump, foi, possivelmente, a pessoa que mais contribuiu para a propagação da desinformação sobre a pandemia, segundo um estudo divulgado esta quinta-feira pela Universidade Cornell.

De acordo com esta instituição académica, a Alliance for Science (“Aliança para a Ciência”), da Universidade Cornell, analisou cerca de 38 milhões de artigos, publicados em inglês, em órgãos de comunicação social tradicionais, entre 01 de janeiro e 26 de maio de 2020.

A investigação inclui artigos publicados, em particular, nos Estados Unidos, no Reino Unido, na índia, na Irlanda, na Austrália e na Nova Zelândia, assim como em alguns países de África e da Ásia.

Os resultados estão explanados no artigo científico de 13 páginas “Coronavirus misinformation: quantifying sources and themes in the covid-19 ‘infodemic'”.

O fenómeno foi denominado como ‘infodemia’, ou seja, uma ‘pandemia de desinformação’, pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

A Alliance for Science encontrou um total de 522.400 artigos publicados com informações falsas relacionadas com a pandemia da doença provocada pelo novo coronavírus.

“Descobrimos que as menções nos órgãos de comunicação social ao Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, dentro do contexto de desinformação sobre a covid-19 constituem, de longe, a maior parte da ‘infodemia'”, explicita o estudo.

As menções a Trump compõem “37,9% do conjunto” de ‘fake news’ sobre a covid-19.

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