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Reino Unido com mais 532 mortes prepara vacinação para dezembro

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Pedestrians walk on Westminster Bridge in London, Britain, 10 November 2020. The UK remains in its second national lockdown. This comes as news reports state that Covid-19 related deaths in Britain have increased by 46 percent in less than a week. Meanwhile British Prime Minister Boris Johnson has sated that a vaccine could be available by Christmas. EPA/ANDY RAIN

 

O Reino Unido registou 532 mortes atribuídas a ​​​​​​​covid-19 nas últimas 24 horas, um máximo desde meados de maio, e 20.412 novas infeções, informou o ministério da Saúde britânico, que planeia iniciar uma campanha de vacinação em dezembro.

Na segunda-feira tinham sido registadas 194 mortes por covid-19 e 21.350 novos casos de contágio pelo coronavírus que provoca a doença, valores mais baixos do que nos dias anteriores, embora os dados do fim de semana sejam frequentemente afetados pelo atraso no processamento.

Nos últimos sete dias registaram-se 2.520 mortes, uma média de 360 por dia, mais 34% do que nos sete dias anteriores. O total acumulado desde o início da pandemia covid-19 no Reino Unido é agora de 1.233.775 contágios confirmados e de 49.770 óbitos registados num período de 28 dias após as vítimas terem recebido um teste positivo.

Porém, o balanço aumenta para 61.648 quando se incluem todos os casos cuja certidão de óbito refere contágio por covid-19. Hoje, o ministro da Saúde, Matt Hancock, prometeu que o Reino Unido pretende estar pronto para iniciar um programa de vacinação em massa contra covid-19 a partir de dezembro se a vacina desenvolvida pela Pfizer-BioNTech for confirmada segura.

A farmacêutica norte-americana Pfizer e a empresa alemã de biotecnologia BioNTech revelaram na segunda-feira que a vacina que desenvolveram contra o coronavírus mostrou uma eficácia superior a 90%. “Se esta ou qualquer outra vacina for aprovada, estaremos prontos para iniciar um programa de vacinação em grande escala, primeiro para grupos prioritários, conforme recomendado pela Comissão Independente Conjunta de Vacinação e Imunização, e depois implementá-lo de forma mais ampla”, disse o ministro no parlamento.

Os grupos prioritários serão os idosos e os trabalhadores da área da saúde e assistência social, enquanto que a vacinação de crianças não está contemplada porque têm menos risco de adoecer e a vacina não foi testada em menores. “A logística é complexa, as incertezas são reais e a escala da tarefa enorme”, admitiu, prometendo uma operação que pode implicar “trabalhar dias longos e fins de semana”.

O Reino Unido encomendou 40 milhões de doses, o suficiente para cerca de um terço da população, já que são necessárias duas doses cada. A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 1.263.890 mortos em mais de 50,9 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

JN/MS

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