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Putin propõe ao Parlamento extensão de acordo nuclear com EUA

epa08963878 Russian President Vladimir Putin attends a meeting with university students to mark the Russian Students’ Day, via teleconference call, at the state residence in Zavidovo outside Moscow, Russia 25 January 2021. EPA/MIKHAIL KLIMENTYEV/SPUTNIK/KREMLIN / POOL MANDATORY CREDIT

O presidente russo, Vladimir Putin, enviou para a Duma um projeto-lei que prevê a extensão por até cinco anos do acordo com os EUA para anti-proliferação de arsenais nucleares, o novo START.

Segundo nota publicada no site da Duma, parlamento russo, o projeto prevê a possibilidade de prolongamento por até 5 anos do acordo entre Rússia e Estados Unidos, que expira no próximo dia 5 de fevereiro.

A Duma refere na mesma nota que as partes chegaram a um entendimento de princípio sobre a extensão do novo START, o único acordo atualmente existente entre os dois países para controlo de armas nucleares.

Citado pela agência TASS, o presidente da Comissão de Negócios Estrangeiros do parlamento russo, Léonid Sloutski, afirmou que ratificação do acordo poderá ser discutida em sessão plenária já na quarta-feira.

O Novo START foi assinado em 2012 entre o ex-presidente norte-americano Barack Obama e o ex-presidente russo Dmitry Medvedev, limitando o arsenal de cada país a 1.550 ogivas nucleares e 700 mísseis balísticos e bombardeiros, contemplando ainda medidas de controlo rigorosas para verificar o cumprimento.

O presidente russo defendeu hoje uma “normalização” das relações com os Estados Unidos para manter a segurança global, segundo comunicado emitido pelo Kremlin após a primeira conversa telefónica entre Putin e o seu homólogo norte-americano, Joe Biden.

O presidente russo afirmou que uma “normalização” das relações bilaterais é desejável para os interesses dos dois países, mas também “de toda a comunidade internacional, dada a responsabilidade especial (dos dois Estados) em manter a segurança e estabilidade no mundo”

Na chamada, Biden divergiu da postura mais complacente do seu antecessor, Donald Trump, em relação à Rússia, procurando aumentar a pressão sobre Putin, mas também preservar espaço para a diplomacia entre os dois países, segundo as fontes ouvidas pela AP.

JN

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