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Hungria priva de comida migrantes que não conseguem asilo

A Hungria está deliberadamente a privar de comida os migrantes candidatos a asilo, violando o direito internacional, acusou o Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos, admitindo que a situação é “alarmante”.

Montalegre 10/12/2015 – Na véspera de natal de 1954, deu-se o maior roubo de volfrâmio das minas de Borralha. Os ladrões roubaram o minério da Fundição da mina, mas foram apanhados poucos dias depois e tiveram penas de prisão altas como exemplo para futuros roubos. Lizete Gonçalves, a irmã de Evaristo Gonçalves, que participou no assalto.
( Rui Oliveira / Global Imagens )

 

A organização das Nações Unidas afirmou ter informações que indicam que “pelo menos 21 migrantes que esperam a sua expulsão do país foram privados de alimentos pelas autoridades húngaras, em alguns casos durante cinco dias”.

De acordo com o grupo civil que fornece apoio legal aos candidatos a asilo, o Comité de Helsínquia Húngaro apresentou, desde agosto de 2018, apelos legais sobre “13 casos de completa inanição”.

Já em setembro passado, a alta comissária Michelle Bachelet tinha acusado a Hungria de não distribuir alimentos aos migrantes retidos junto à fronteira com a Sérvia.

Também o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos publicou já diversas recomendações para que a Hungria alimente os candidatos a asilo que estão na fronteira, mas as autoridades húngaras continuam a manter a situação argumentando com a legislação do país.

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