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“Becoming”

Michelle Obama continua a apresentar ao mundo o livro “Becoming” onde conta algumas das mais relevantes histórias que viveu durante a passagem pela CasaBranca e no percurso até se tornar primeira-dama dos Estados Unidos.

Em Londres, durante uma conversa com a escritora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie, numa escola onde a maioria dos estudantes são negros, a mulher de Barack Obama confessou ainda sofrer de uma síndrome que afeta muitas pessoas. “Ainda tenho uma pequena síndrome de impostor, que nunca vai desaparecer. Muitas vezes pergunto-me se as pessoas ouvem verdadeiramente aquilo que eu digo. Sou apenas a Michelle Robinson, aquela miúda da zona sul que estudou numa escola pública”, começou por desvendar. “Partilho isto convosco porque sei que todos nós temos dúvidas sobre as nossas capacidades e sobre o nosso poder”.

A autora visitou a escola Elizabeth Garrett Anderson School, onde já tinha estado há nove anos como primeira dama durante uma cimeira do G20. Quando lhe perguntaram sobre se se considerava “um símbolo de esperança”, explicou: “Se estou a dar esperança às pessoas, então tenho uma grande responsabilidade e tenho que ter a certeza de que sou capaz de seguir em frente”, tendo para isso que lutar contra a síndrome de que diz sofrer.

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