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Acusada de abandonar filha de seis anos, diz que menina é adulta sociopata

Dois anos depois de terem adotado uma menina ucraniana de seis anos, abandonaram-na. Agora, a mãe adotiva tenta mostrar que a criança era afinal uma adulta sociopata. A versão é corroborada por uma carta de um médico, cuja autenticidade está por confirmar. Aconteceu no Estado do Indiana, nos EUA.

Quando a Polícia entrou em contacto com Natalia Grace, em setembro de 2014, fazia mais de um ano que a menina já não via ou ouvia falar dos pais adotivos, que lhe tinham alterado a idade em documentos oficiais, de 11 para 22 anos, antes de se mudarem para o Canadá e deixarem a filha para trás. Há cerca de duas semanas, os norte-americanos Michael e Kristine Barnett, entretanto divorciados, foram acusados de negligência.

Antes de as acusações criminais surgirem, os dois eram conhecidos por serem os pais de uma “criança prodígio”, Jake Barnett, um menino diagnosticado com autismo em bebé. Kristine é, aliás, autora de livros sobre a doença e ativista pela consciencialização do autismo e apoio educacional.

 

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