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Leão abre guerra à classe da arbitragem

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Sporting head coach Ruben Amorim (C) leaves the pitch after being expelled by the referee Luís Godinho during their Portuguese First League soccer match against Famalicao, held at Municipal Stadium, in Famalicao, north of Portugal, 05 December 2020. FERNANDO VELUDO/LUSA

 

SAD leonina não pretende reencontrar Luís Godinho, árbitro do polémico Famalicão-Sporting (2-2) e responde a comunicado emitido pela APAF, que pediu que a linguagem utilizada nas críticas aos juízes seja “banida, de uma vez por todas”.

As decisões do árbitro Luís Godinho e do VAR Artur Soares Dias, no Famalicão-Sporting, continuam na ordem do dia, com os leões a abrirem guerra à classe da arbitragem. E nem a Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol (APAF) escapou. Pelas críticas feitas nas 48 horas que se seguiram ao duelo da nona jornada da Liga, o presidente Frederico Varandas, o treinador Ruben Amorim, o médio João Mário e o responsável pela Comunicação do Sporting, Miguel Braga, serão alvos de participações disciplinares feitas pelo Conselho de Arbitragem (CA) e pela APAF, conforme procedimento habitual. Caberá, depois, ao Conselho de Disciplina avaliar se o conteúdo das palavras que proferiram é passível de castigo.

A entidade presidida por Luciano Gonçalves emitiu um comunicado a repudiar a “linguagem utilizada” nas críticas aos árbitros, esperando que a mesma seja “banida, de uma vez por todas”, pelos órgãos disciplinares, mas sem referir os nomes dos destinatários.

Na Sporting TV, Miguel Braga, contestou, com ironia, a posição da APAF: “Está a ser coerente. Quando Sporting fala, a APAF reage, quando os outros falam fica em silêncio. É a dualidade de critérios de que nos queixamos fora e dentro do campo”.

Miguel Braga, que tem desafiado o CA , no Twitter, e apontado diversos erros da arbitragem de Luís Godinho em prejuízo do Sporting, atirou sobre esse árbitro: “Se o quero ver a apitar mais jogos do Sporting? Não, não quero”. O responsável leonino não referiu se a SAD vai avançar com um pedido formal de veto a Godinho. “Já perdemos quatro pontos e não foi por mérito do adversário”, concluiu, sobre os jogos com Famalicão e F. C. Porto, ambos dirigidos pelo juiz da AF Évora.

JN/MS

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