Futebol

Leão defende tudo e aproveita livre para dar passo rumo ao título

milenio stadium - sporting segue na frente

 

Matheus Nunes volta a assumir papel decisivo no triunfo leonino. Expulsão de Inácio obriga líder a jogar 72 minutos com 10.

Vitória importantíssima do Sporting em Braga, a premiar o esforço do líder da Liga, que jogou em inferioridade numérica desde os 18 minutos, devido a expulsão de Gonçalo Inácio e que durante muito tempo deu a ideia de que, a atuar com 10, empatar seria um mal menor. Acabou feliz da vida, depois de mais um jogo sofrido, mas, desta feita, pôde saborear um triunfo que lhe abre excelentes perspetivas na luta pelo título.

A equipa minhota, que com a derrota mantém-se no quarto lugar e ficou mais longe do sonho da Champions, foi superior 11 contra 11 e 11 contra 10, dominou o encontro em vários parâmetros, mas pagou caro não ter aproveitado a superioridade numérica para se adiantar no marcador, vindo a sofrer um golo, num lance de bola parada, em que se lhe exigia bem mais, dadas as circunstâncias.

Se este era um jogo que exigia estofo ao Sporting, pelo aproximar do F. C. Porto, pela intranquilidade exibida nos últimos jogos e pela própria dificuldade que representa jogar em Braga, a equipa saiu com nota alta e com via verde aberta para, 19 anos depois, conquistar o título.

Foi preciso muito esforço coletivo para compensar um erro de Gonçalo Inácio, que viu dois amarelos no espaço de oito minutos e deixou a equipa com 10, a defender o nulo. O jovem central, que puxara a camisola de Gaitán e travara irregularmente Galeno, obrigou ao reposicionamento da equipa. O Braga, que já falhara uma ocasião por Abel Ruiz, aproveitou para intensificar o ataque e lançar-se, na procura do triunfo.

O Sporting foi beneficiando do acerto de Adán na baliza e da boa organização defensiva, tendo surgido no segundo tempo com duas mexidas, uma das quais seria decisiva: Matheus Nunes rendeu Paulinho. O Braga continuou a dominar, Adán (63 e 80), fez excelentes defesas, mas seria na sequência de um livre, que tudo se decidiu e para os leões. Porro simulou cruzar, mas serviu Matheus Nunes que, com um remate cruzado e perante a passividade da defesa da casa, fez um golo que pode vir a valer o título.

Os minhotos ainda tentaram, pelo menos, empatar, mas foi notória a forma como sentiram o golo sofrido, acabando os leões por segurar bem a margem mínima, em clima final de euforia.

JN/MS

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