Futebol

Capítulo 33 – estamos quase lá!

Estamos muito próximos de saber quem será o próximo campeão português. No entretanto, alguns corações já se partiram e outros continuam a ver o seu desempenho ser posto à prova.

A penúltima jornada do campeonato iniciou-se com a derrota do Desportivo das Aves, por 1-0, na receção ao Moreirense. O único golo do encontro foi apontado por Chiquinho, aos 54’.
No dia seguinte o Portimonense venceu o Marítimo, por 3-2, em Portimão. Apesar dos insulares terem estado em vantagem por duas vezes, a equipa de António Folha não se deu por vencida, foi à luta e acabou mesmo por conseguir dar a volta ao resultado, apenas a dois minutos dos 90. Este resultado permitiu aos algarvios igualarem o Marítimo, com 39 pontos.

O Feirense parece ter ganho “embalo”: empatou, novamente a 4 bolas, desta vez frente ao Santa Clara.Os golos açorianos foram apontados por Mamadu Candé (10’) e Guilherme Schettine (43’, 58’ e 80’). Já Tiago Silva (31’), Mateus Anderson (36’), Flávio Ramos (40’) e Babanco (70’) foram os responsáveis pelos golos dos fogaceiros.

O Boavista despediu-se em grande, no último jogo desta época no Bessa, com uma vitória por 4-2 sobre o Sporting de Braga. Os bracarenses ainda estiveram em vantagem, por duas vezes, mas a equipa comandada por Lito Vidigal mostrou-se mais capaz e acabou mesmo por virar o marcador. O primeiro golo do encontro foi apontado por Palhinha, aos cinco minutos, Obiora empatou aos 22’ e Wilson, aos 26’, colocou o Braga novamente na frente. Aos 40’, 43’ e 49’, Yusupha, Mateus e Alberto Bueno, respetivamente, deram a vitória aos minhotos. O Boavista assumiu, com 41 pontos, o nono lugar. Já para o Sporting de Braga esta foi a terceira derrota consecutiva, confirmando assim o quarto lugar, com 64 pontos.

No lugar acima está o Sporting que não foi além do empate a uma bola, em Alvalade, frente ao Tondela. Apesar de não ter sido um jogo brilhante dos leões, nada fazia antever este desfecho.

Foi Bruno Fernandes quem, aos seis minutos e de penálti, abriu as hostilidades.

Os leões de Keizer estiveram particularmente insurretos nesta partida: aos 37 minutos e depois de pisar Delgado na grande área, Ristovski viu o terceiro vermelho direto esta época. Depois, aos 41’, Bas Dost protestou, a partir do banco, uma decisão do árbitro Tiago Martins e acabou mesmo por ver a cartolina amarela.

Aos 67’, Tomané viria a empatar, na sequência de um canto, para os beirões.

Deste resultado tiramos duas conclusões: o Sporting está, matematicamente, afastado do segundo lugar e o conjunto de Pepa mantém o sonho pela permanência vivo – é 15º, com os mesmos 32 pontos que o Desportivo de Chaves.

Em Guimarães, parece que D. Afonso Henriques se cansou, finalmente, de não vencer nenhuma batalha – desta vez goleou o Belenenses por 5-1. Foi Tozé quem marcou primeiro, aos 64’, e apenas um minuto depois Davidson fez o 2-0, vindo a bisar aos 78’. Antes disso, aos 72’, foi a vez de Licá reduzir para o Belenenses. As contas minhotas foram fechadas por Rochinha (86’) e Dodô (90’). O Vitória S.C. está a três pontos do quinto lugar, que pertence neste momento ao Moreirense – equipa que irá defrontar na última jornada. O Belenenses é 10º, com 40 pontos.

No domingo (12) houve festa sadina em terras flavienses – depois de vencer fora o Desp. de Chaves, os setubalenses garantiram a permanência na Liga. Está em 13º, em igualdade pontual com o Aves (36). Golos de Allef (6’), Mendy (15’) e Bruno Gallo, de grande penalidade (64’).

O Chaves só saberá se mantém o lugar nesta competição depois do confronto com o Tondela, na última jornada.

O Futebol Clube do Porto parece ter gostado do sabor de golear as equipas adversárias por 4-0. Foi isso mesmo que aconteceu na visita ao Nacional – uma partida que acabou por ditar a sentença de “morte” da equipa madeirense na I Liga.

Alex Telles (14’), Óliver (28’), Corona (59’) e Marega (88’) anotaram os golos portistas no Estádio da Madeira.
Demasiado tranquilos, os dragões chegaram a tremer quando, aos 12’, Marakis conseguiu baralhar a defesa portista. Riascos tinha tudo para marcar mas atirou à malha lateral.

Mas o Nacional nem teve tempo para “crescer” – apenas dois minutos depois Alex Telles abriu o marcador de livre. Aos 28’, Corona coloca em Óliver Torres, que não desperdiçou.

A baliza alvinegra viria ainda a ser “invadida” por Corona, de forma acrobática, e por Marega, a partir da marca dos 11 metros. A Choupana foi, claramente, controlada pelos dragões.

Para fechar a jornada, o Benfica deslocou-se a Vila do Conde para vencer o Rio Ave por 3-2.
Um jogo repleto de emoção e de bom futebol, de ambos os lados. No arranque da partida, Rafa Silva faz o primeiro das águias.

O Rio Ave começou a crescer a partir dos 15 minutos – viu um golo ser (bem) anulado a Tarantini (24’) e ainda deu trabalho a Vlachodimos, por Nuno Santos. O intervalo aproximava-se e, com o Rio Ave a apresentar 64% de posse de bola, deu-se o mais polémico lance da partida. Gabrielzinho foi travado por Florentino, Hugo Miguel nada assinalou e, no contra ataque, o Benfica aumentou a vantagem por intermédio de João Félix.

Os encarnados entraram na segunda parte mais confiantes e demasiadamente, diria, relaxados. Resultado?

Tarantini reduziu para o Rio Ave aos 50’. De longe o melhor em campo, Pizzi viria a aumentar a vantagem aos 56’. O jogo desta equipa frente ao F.C. Porto ainda veio à memória dos benfiquistas quando, aos 84’, Ronan fez o 2-3 e reacendeu a esperança dos vila-condenses. Não houve, no entanto, tempo nem capacidade para tal.
Para ser campeão nacional o Benfica só precisa de empatar frente ao Santa Clara, em casa.

Já é tarde, conto-vos o próximo capítulo para a semana. Bons sonhos!

Inês Barbosa

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