Brasil

Brasil com novo recorde de infetados pela segunda vez consecutiva

Brazilian President Jair Bolsonaro delivers a statement to members of the media on the resumption of emergency aid payments to the population most affected by the COVID-19 pandemic in the country, at Planalto palace in Brasilia, on March 31, 2021. – President Jair Bolsonaro will replace all three commanders of Brazil’s armed forces, his government said Tuesday, the latest upheaval in Brasilia as the far-right leader braces against mounting criticism over an explosion of Covid-19 deaths. (Photo by EVARISTO SA / AFP)

O Brasil registou esta quarta-feira, pelo segundo dia consecutivo, um novo recorde de mortes pela covid-19 após ter somado 3869 óbitos em 24 horas, informou o executivo, acrescentando que o total chegou a 321.515 vítimas mortais.

No dia anterior, a nação sul-americana, com 212 milhões de habitantes, tinha chegado ao máximo histórico de 3780 vidas perdidas num único dia. Assim, o Brasil continua a ser o país com mais mortes registadas em 24 horas em todo o mundo, uma tendência que se registou ao longo de todo o mês de março, bem acima dos Estados Unidos, o país mais afetado pela pandemia em números absolutos.

Março chega ao fim como o mês mais mortal da pandemia no Brasil, após ter concentrado 66.573 óbitos pela doença em 31 dias, segundo dados do Ministério da Saúde.

De acordo com o último boletim epidemiológico difundido pelo Ministério da Saúde, o Brasil registou ainda 90.638 novos casos de infeção entre terça-feira e hoje, o segundo dia com mais diagnósticos de covid-19 no país, apenas atrás do passado dia 25 de março, quando contabilizou 100.158 casos. No total, o Brasil concentra 12.748.747 casos positivos do SARS-CoV-2 desde o início da pandemia, registada oficialmente no país há cerca de 13 meses.

São Paulo, foco da pandemia em território brasileiro, registou hoje, pela quinta vez, mais de mil mortes (1160) devido à covid-19 em apenas 24 horas, num total de 74.652 desde o início da pandemia. Se São Paulo fosse um país, ocuparia a 11º posição no ranking mundial das nações que concentram maior número absoluto de óbitos pela doença causada pelo novo coronavírus. O Estado mais rico e populoso do Brasil totaliza ainda 2.469.849 casos de infeção.

Já no Rio de Janeiro, uma das unidades federativas mais afetadas no país, a estirpe P.1 do novo coronavírus, detetada no Amazonas, é a principal responsável por uma nova vaga de transmissão da doença na região, segundo informaram hoje representantes da Secretaria Estadual de Saúde.

JN

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