Madeira

Aeroportos vão ter câmaras de infravermelhos que medem temperatura

Os aeroportos de Lisboa, Porto, Faro, Madeira e Ponta Delgada vão estar equipados com equipamentos de medição de temperatura corporal, anunciou hoje a ANA – Aeroportos de Portugal, devido à pandemia de covid-19.

Segundo explica a ANA, que gere os aeroportos nacionais, em comunicado, “a instalação de câmaras de infravermelhos no Aeroporto Humberto Delgado em Lisboa foi efectuada de forma imediata”, já se encontrando em funcionamento na capital.

Porto, Faro, Madeira e Ponta Delgada também vão ser equipados com estes dispositivos, que permitem “alguma fluidez na circulação, diminuindo na medida do possível o transtorno dos passageiros que chegam aos aeroportos”.

Na prática, no caso de uma das câmaras detectarem uma temperatura corporal elevada em alguém, essa pessoa será encaminhada para realizar um rastreio “por uma equipa de técnicos de saúde, os quais acompanharão a pessoa para área reservada”.

“Dentro dos aeroportos, a ANA, em colaboração com as autoridades de segurança, continuará a informar e a criar todas as condições para que os passageiros circulem de forma responsável cumprindo a recomendação de distanciamento social aconselhável para a prevenção do contágio”, pode ler-se em comunicado.

Entre as várias medidas já tomadas, a ANA destaca o acompanhamento a colaboradores que têm “um contacto mais próximo com terceiros” no seu trabalho, tentando promover o teletrabalho sempre que a função permita.

As câmaras vêm juntar-se a outras medidas tomadas nos aeroportos nacionais, da desinfecção das áreas comuns ao reforço da limpeza, disponibilização de informação aos passageiros que chegam, a criação de áreas de contenção e um plano de resposta em situações de ameaça à saúde pública.

O estado de emergência proposto pelo Presidente prolonga-se até às 23:59 de 02 de abril.

No Conselho de Ministros de quinta-feira foram aprovadas medidas como o “isolamento obrigatório” para doentes com Covid-19 ou que estejam sob vigilância activa, sob o risco de “crime de desobediência”, a generalização do teletrabalho” para todos os funcionários públicos que o possam fazer, o fecho das Lojas do Cidadão, bem como dos estabelecimentos com atendimento público, com exceção para, entre outros, as mercearias e supermercados, postos de abastecimento de combustível, farmácias e padarias.

DN Madeira

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DN Madeira

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