Madeira

5.ª edição do Festival Aleste

Este ano o Festival Aleste, o mais alternativo da ilha, regressa à génese e derrama-se por três dias de festa, tal como o DIÁRIO já tinha avançado. Em 2019, o ‘evento-novidade’ chama-se ´Poncha Puxa Poncha’ e, diz a organização, é uma “procissão” que arranca sexta-feira, 24 de Maio, do Jardim Municipal do Funchal, para abrir a festa. No ajuntamento, os festivaleiros visitam “emblemáticas tascas” da cidade, num roteiro que, já noite, desagua no Barreirinha Bar Café com um concerto de ‘Conjunto Corona’, “embaixadores do novo hip hop nortenho”, marcado para as 21 horas.

Já no Sábado, diz Diogo Freitas, um dos organizadores, é “a grande festa”, dia de vários concertos no Complexo Balnear da Barreirinha: Norberto Lobo, Selma Uamusse, Lena D’Água + Primeira Dama & Banda Xiita, Baetu Matou, estão entre os artistas. Mas há muitos mais. No Domingo, a aventura continua no terraço do Castanheiro Boutique Hotel, com Kelman Duran & La Flama Blanca a dar música.

Como noutros anos, a organização conta com o apoio da Câmara Municipal do Funchal (CMF) e esta segunda-feira foi dia de Paulo Cafôfo se juntar aos organizadores do Aleste, Diogo Freitas e Fábio Remesso, para assinar o protocolo que, tal como no ano passado, oficializa um apoio de 11 mil euros: “Antes de mais um obrigado à Câmara Municipal por este apoio, sem o qual não estaríamos a comemorar o 5.º aniversário desta festa e que este ano pretendemos que seja ainda maior. Com o apoio da Câmara Municipal do Funchal conseguimos levantar o Aleste 2019 que se espalhará, novamente, tal como na sua primeira edição 2014, por três dias”, começou por dizer Diogo Freitas.

Paulo Cafôfo sublinhou: “Sinto fazer parte deste crescimento, desta marca que é o Aleste. Porque acreditamos que o Funchal, e a Madeira, têm capacidade para acolher eventos diferenciadores daquilo que habitualmente vemos e ouvimos, e o Aleste tem essa marca. Conseguimos trazer bandas e grupos musicais, uns que são que são perfeitamente desconhecidos, alternativos do grande público, mas que depois acabam por ter projecção. No futebol existem os olheiros, e aqui na música temos estes olheiros” – gracejou o autarca, lembrando que Conan Osíris, que já esteve no palco do Aleste, é um dos exemplos.

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DN Madeira
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