Açores

Triton World Series chega aos Açores em Outubro

Os Açores acolhem, entre 17 e 21 de Outubro, o Triton World Series. Uma prova que engloba natação, ciclismo e corrida e que vai abranger os concelhos de Ponta Delgada, Ribeira Grande e Vila Franca do Campo, em São Miguel, “sendo a primeira de um novo circuito mundial, do qual passará a fazer parte esta etapa dos Açores”, adiantou a Secretária Regional da Energia, Ambiente e Turismo, na apresentação da prova, na BTL 2019, em Lisboa.

“O Triton World Series é uma evolução na modalidade do triatlo. É uma prova que não pretende concorrer com nenhuma outra pois não tem concorrente e é um evento diferenciado com uma proposta diferente em que o foco é a experiência e o destino”, começou por explicar Paulo Leite, da organização do evento.

A Azores Triton World Series é composta pelas três modalidades de triatlo – natação, ciclismo e corrida – inseridas em três dias diferentes. Cada participante vai ter a oportunidade de competir e de aproveitar o restante tempo para descansar e desfrutar a ilha de São Miguel da melhor forma. “Vamos ter uma zona a que chamamos Triton World Series Village, em Ponta Delgada, com uma feira desportiva, de artesanato local e com comidas e bebidas da região”, referiu.

Além dos três dias de competição com uma modalidade em cada dia, os atletas poderão ainda escolher uma das três distâncias disponíveis: Olympic Triton (1.5 km de natação, 50 km de ciclismo e 10 km de corrida), Half Triton (3 km de natação, 100 km de ciclismo e 20 km de corrida) e Full Triton (4.5 km de natação, 150 km de ciclismo e 30 km de corrida).

A prova contempla as competições de atletas profissionais, que competem por escalão etário e de forma individual, por equipas, em que cada elemento participa numa modalidade, e divisões corporate. Os atletas que queiram participar em apenas uma ou duas modalidades também o poderão fazer.

“A prova assume um formato de perseguição. No último dia é somado o tempo da natação e do ciclismo e os atletas profissionais vão partindo em função do tempo feito nos dias anteriores e com a diferença que têm entre eles, transformando a prova num modelo de perseguição entre os atletas profissionais”, esclareceu ainda Paulo Leite.

A organização prevê que a prova envolva a deslocação aos Açores de “cerca de 2.500 pessoas, entre atletas e acompanhantes, com uma estada média estimada de quatro dias, com impacto directo e indirecto muito significativo ao nível dos serviços turísticos e das economias locais”, sublinhou Marta Guerreiro.

“São este tipo de eventos que, pela sua exposição mediática, pela sua dimensão e abrangência geográfica, promovem o melhor dos nossos recursos e produtos turísticos e nos levam até nichos de mercados que nos interessam pelo seu potencial para gerarem fluxos durante todo o ano”, acrescentou a governante.

Para Marta Guerreiro, “este evento assume uma grande importância enquanto influenciador dos níveis de notoriedade do destino no exterior, ao mesmo tempo que impulsiona novos fluxos turísticos durante a época baixa, contribuindo, assim, para atenuar a sazonalidade que ainda se vai fazendo sentir no arquipélago, prioridade sobre a qual este Executivo continuará a trabalhar com o maior empenho”.

“O investimento contínuo do Governo dos Açores neste tipo de eventos tem-se revelado uma aposta, não temos dúvidas, muito acertada”, afirmou Marta Guerreiro, acrescentando que se trata de uma opção que se materializa nos últimos anos “pelo reforço da matriz identitária enquanto destino turístico, fortemente alicerçada na fruição activa e experiencial do património ambiental, cultural e social”.

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Diário dos Açores
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