Açores

Supervisão manda ADSE avançar para novas convenções nos Açores

O Conselho Geral e de Supervisão (CGS) da ADSE defende que este subsistema deve avançar no imediato para a assinatura de novas convenções no interior, nos Açores e na Madeira e sugere que haja acordos com pelo menos três prestadores privados em cada concelho, revela o jornal Público.

O jornal cita um parecer aprovado por unanimidade, numa reunião do órgão na passada Sexta-feira, em que o CGS dá luz verde aos critérios para celebrar novas convenções, mas lamenta que a ADSE não dê seguimento aos 1700 pedidos de privados que tem pendentes, nem dê resposta aos beneficiários das regiões mais desfavorecidas.

“Em grande parte do território não há possibilidade de escolha por haver um único prestador de saúde na especialidade necessária, apesar de haver outros na mesma localidade ou a pequena distância que estão interessados na celebração de convenções e dão garantias de qualidade e de fiabilidade na prestação de contas”, critica o conselho que é presidido por João Proença.

O órgão, no qual estão representados beneficiários, sindicatos, autarquias e governo defende que “é necessária outra política da ADSE para a celebração de convenções que garanta acessibilidade, eficiência e qualidade” e considera “fundamental a rápida implementação de uma rede muito mais alargada” de prestadores de saúde”.

Questionada na sexta-feira no parlamento, a ministra da Saúde, Marta Temido, reconheceu que o alargamento de convenções poderá ser necessário “em áreas geograficamente mais desfavorecidas”. “É um processo que terá de ser objecto da maior ponderação”, afirmou, sem assumir qualquer compromisso.


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Diário dos Açores
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