Açores

Startups açorianas firmam intenções de investimento com a Portugal Ventures

Um dos momentos mais importantes na missão Açores na Web Summit 2019: duas startups foram escolhidas para serem aceleradas pelos fundos de investimento da Portugal Ventures. Em áreas distintas, as startups promovem avanços de conveniência por meio da tecnologia digital.

A Azores Touch é uma plataforma digital de turismo que trabalha principalmente no grupo central que contempla alojamentos, com mais de 60 casas geridas pela startup, um cardápio de atrações turísticas das mais diversas em mar, terra e experiências diversas, além do aluguer de automóveis. A vantagem para o turista é concentrar todas as suas vontades num único agente, do check in ao check out, quando em visita aos Açores. “Este investimento (da Portugal Ventures) na nossa empresa é muito importante para o nosso crescimento e para a sustentabilidade e sem dúvida é um parceiro fantástico que vai trazer muito prestígio”, declarou Sandro Cota, líder da Azores Touch. Além de facilitar a vida dos turistas, a empreitada também fomenta em rede todas as demais parcerias, eminentemente com as pequenas empresas mais qualificadas.

Noutra frente, a YaraPets, chega para facilitar o dia a dia das pessoas, não só dos Açores como em todo o globo. A ideia é automatizar a higienização das caixas de areia, através de um sistema inteligente, uma ideia que surgiu há cinco anos, a partir da própria necessidade do seu criador, Dunio Couto, e da sua gata. O equipamento permite que os dejetos sejam descartados sem causar danos e portanto, economizando recursos, tempo e a energia do dono neste ritual diário obrigatório. É uma evolução das caixas automáticas, que não permitiam a limpeza a 100%.

Por ser uma iniciativa de aplicação global e de grande replicabilidade, a patente já foi aprovada nos Estados Unidos, na Europa, está em curso na Rússia, Brasil, Índia, Japão e já há pedido para mais 15 países. Em relação à parceria com a Portugal Ventures, que gere o fundo Azore Ventures, Dunio afirmou que “acaba por ser muito importante, porque esse é projeto caro. Durante muito tempo assumi os custos, depois um business angel ajudou-me na fase seguinte…agora que já temos a patente, a parte da produção é a mais cara e não tínhamos essa capacidade financeira. Foi uma porta que se abriu”.

Segundo o Vice-presidente executivo da Portugal Ventures, Rui Ferreira, a intenção é identificar as oportunidades e investir no que demonstra bastante potencial nos Açores. Assim foi na produtiva tarde de Terça-feira, na Web Summit.

Diário dos Açores

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