Açores

Revista norte-americana considera Açores o “Hawai da Europa”

A revista de lifestyle e viagens norte-americana Thrilist apontou os Açores as “ilhas paradisíacas que todos os americanos têm de descobrir”, considerando o arquipélago como o “Hawai da Europa”.

Numa reportagem publicada na Segunda-feira, 15 de Outubro, o repórter da revista, Matt Meltzer, explica que, ao visitar a região açoriana, tem-se a sensação de que este é o fim de uma era, uma época a que os moradores se referem como “antes dos turistas chegarem”.

“O aço e o vidro ainda não se intrometeram na beleza natural”, garante. O jornalista visitou São Mateus da Calheta, na ilha Terceira, onde assistiu às mini touradas de rua. Conheceu ainda as Lajes e diz que os militares estão a decrescer à mesma ordem que crescem os turistas: “Quanto mais pessoas descobrirem o país das maravilhas vulcânicas e tropicais nestas ilhas portuguesas, pior será. Este pode ser o último ano” em que elas parecem intocadas, considerou.

Já sobre Angra do Heroísmo, Património Mundial da UNESCO, afirma ser uma cidade de edifícios coloridos da era colonial, ainda cheia de pequenas padarias, galerias e lojas diversas. Segundo a publicação, a cidade recebe a sua parte de navios de cruzeiro, mas até mesmo os lugares mais populares não foram tomados em excesso.

Na reportagem, o jornalista não esquece a freguesia das Furnas, como os seus e alojamentos “incríveis”. A revista destaca a reticência, em todas as ilhas, de se construírem mega resorts capazes de descaracterizar arquipélago. Por enquanto, até mesmo pontos mais turísticos, como a Lagoa das Sete Cidades, são completamente visíveis, calmos e acessíveis — quase tão acessíveis como o preço das refeições e das viagens para chegar ao arquipélago.

“Apenas um punhado de europeus conhecedores fez o voo de férias, e teve as cachoeiras, vulcões e géiseres de tirar o fôlego, todos para si. Mas a palavra está-se a espalhar. Ainda é uma jóia pouco visitada, mas está no topo da lista de viagens de muitos. O que significa que é apenas uma questão de tempo até que seja completamente descoberto. Especialmente quando chegar lá se tornar ridiculamente fácil”, lê-se.

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