Açores

Maior taxa de mortalidade do país

Em 2017, registaram-se no país 110. 187 mortes (109.758 de residentes no país e 429 de não residentes), revelou esta semana o INE.

A Região Autónoma dos Açores teve a taxa de mortalidade mais alta, tanto no total, como em ambos os sexos. A relação de masculinidade ao óbito para foi de 101,1 óbitos masculinos por cada 100 femininos.

 

Idade média de óbitos

75,4 homens e 81,1 mulheres

Por idade, cerca de 85% dos óbitos por esta causa foram de pessoas com 65 e mais anos, e cerca de 70% de pessoas com 75 e mais anos.

Em 2017, a idade média ao óbito foi de 78,2 anos (75,4 para os homens e 81,1 para as mulheres), mas mais baixa nos Açores.

A taxa bruta de mortalidade em 2017 foi de 1 069,8 óbitos por 100 mil habitantes (1 136,4 para os homens e 1 009,9 para as mulheres).

 

Mais mortes nos Açores por tuberculose

A taxa bruta de mortalidade devido a Tuberculose, em 2017, foi de 1,8 óbitos por 100 mil habitantes (2,5 para os homens e 1,2 para as mulheres).

A região do Alto Minho e a Região Autónoma dos Açores (0,3% em cada uma destas regiões) registaram as proporções mais elevadas de mortes por tuberculose.

Contudo, tomando em consideração a dimensão populacional das regiões NUTS III, a análise das taxas de mortalidade a este nível regional provocadas por esta doença não é viável, pelo facto de o número de óbitos ser reduzido e conduzir a taxas de mortalidade pouco fiáveis em termos estatísticos.

 

Tumor do pulmão nos Açores

A Área Metropolitana do Porto (com 5,0%), a Área Metropolitana de Lisboa (com 4,6%) e a Região Autónoma dos Açores (com 4,6%) registaram as proporções mais elevadas de mortes por Tumor maligno da traqueia, brônquios e pulmão.

Contudo, tomando em consideração a dimensão populacional das regiões NUTS III, constata-se que a taxa bruta de mortalidade foi mais elevada nas regiões do Alto Tâmega (50,3) e do Algarve (49,5) e, por outro lado, a taxa mais baixa foi verificada na região da Lezíria do Tejo (28,0)

 

Menos tumor da próstata nos Açores

As regiões do Médio Tejo (com 4,8%) e do Alto Alentejo (com 4,7) registaram as proporções mais elevadas de mortes dos homens por tumor maligno da próstata no país.

Contudo, tomando em consideração a dimensão populacional das regiões NUTS III, verifica-se que a taxa bruta de mortalidade foi mais elevada nas regiões do Alto Alentejo (79,9) e do Médio

Tejo (70,1).

Os valores mais reduzidos observaram-se na Região Autónoma dos Açores (20,1) e na região do Tâmega e Sousa (24,2).

Colo do útero

A região do Algarve (com 0,9%) e a Região Autónoma dos Açores (com 0,9%) e a região de Viseu Dão Lafões (com 0,7%) registaram as proporções mais elevadas de mortes por tumor maligno do colo do útero no país.

Contudo, tomando em consideração a dimensão populacional das regiões NUTS III, a análise das taxas de mortalidade a este nível regional provocadas por esta doença não é viável, pelo facto de o número de óbitos ser reduzido e conduzir a taxas de mortalidade pouco fiáveis em termos estatísticos.

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