Açores

Livro sobre jornalismo açoriano

O jornalista Osvaldo Cabral, Director Executivo do jornal Diário dos Açores, vai lançar hoje, pelas 18h30m, na Livraria Leya Solmar, em Ponta Delgada, o livro “Os Açores e os novos média”.

Trata-se da primeira obra da sua autoria, assinalando os 40 anos como profissional de jornalismo nos Açores, e que pretende ser uma reflexão sobre o estado da comunicação social na nossa Região e os desafios que enfrenta com o aparecimento da revolução digital.

Em 172 páginas, com vários capítulos, o autor avança com algumas propostas para um novo jornalismo e uma comunicação social mais moderna, dedicando ainda um capítulo de 30 páginas para reinventar o serviço público regional de televisão.

 

Prefácio de Onésimo Almeida

Com prefácio do escritor Onésimo Almeida, o livro será apresentado por José Maria Lopes de Araújo, antigo Director da RTP Açores e actualmente Director Institucional e de Relações Internacionais da RTP, em Lisboa, regendo ainda a cadeira de Comunicação Televisiva na Licenciatura em Ciências da Comunicação da Universidade Católica Portuguesa.

Osvaldo Cabral colaborou ainda em vários média da Região e da diáspora, depois de uma carreira profissional iniciada no Correio dos Açores e que passou, mais tarde, pela RTP Açores, onde foi repórter, chefe de Redacção, Subdirector e Director.

Leccionou a disciplina de Jornalismo na Escola Secundária Antero de Quental e foi correspondente nos Açores, durante alguns anos, da agência Reuters e do semanário Expresso.

 

Fortalecer o quarto poder nos Açores

O livro é uma edição da Gráfica Açoriana, proprietária deste jornal e do Correio dos Açores, a revisão é de José Manuel Santos Narciso, o Design de Luis Filipe Craveiro e a foto de capa de Pedro Monteiro.

No prefácio, Onésimo Almeida escreve que “o autor reconhece a urgência de se fortalecer o quarto poder entre nós porque uma democracia não consegue viver saudavelmente sem uma comunicação social actuante e interventiva, sem watchgos. Daí a veemência com que defende a importância de nos Açores se desenvolver um jornalismo independente e de investigação, ideal bem difícil de se atingir num meio pequeno onde todos se conhecem e onde as relações familiares, partidárias e de amizade se entrecruzam constantemente”.

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