Açores

Graciosa vai ter mais três médicos

“Em 2019, o Governo pretende reforçar os recursos humanos, nomeadamente, médicos, para responder melhor às necessidades e à acessibilidade a cuidados de saúde por parte dos graciosenses”, afirmou o presidente do executivo açoriano, Vasco Cordeiro.

Em resposta às questões avançadas pelo Conselho de Ilha da Graciosa, com quem os membros do Governo Regional reuniram na passada Terça-feira, no âmbito da visita estatutária, foi anunciada a abertura de “mais de dez” concursos públicos para o “reforço de recursos humanos na área da saúde”, dos quais três vagas estão destinadas a medicos para a ilha, explicou Vasco Cordeiro.

O reforço será acompanhado de um aumento nas deslocações de medicos especialistas à ilha. Outra das questões abordadas foi a possibilidade de construção de um porto de recreio, já que a Graciosa e o Corvo são as únicas ilhas do arquipélago sem este tipo infra-estrutura.

Sobre esse assunto, Vasco Cordeiro admitiu não ser uma prioridade do Governo Regional, esclarecendo que o investimento feito na zona onde chegou a estar prevista a construção de uma marina foi feito apenas com o intuito de protecção e estabilização da zona costeira da Barra.

O dirigente destacou como prioridade as “questões de segurança”, referindo que “começam a ser conhecidos os efeitos do último temporal que assolou os Açores, nomeadamente com danos em algumas infra-estruturas que têm a prioridade das prioridades do ponto de vista de investimento para repor essas condições de segurança”.

Também a “melhoria das condições para o transporte de passageiros e de mercadorias” tem primazia no investimento do executivo, sendo que, na Graciosa, “há um investimento que assume importância e que é, exactamente, a nova gare para o transporte marítimo de passageiros”, adiantou o presidente do Governo Regional dos Açores.

Sobre esta matéria, o presidente do Conselho de Ilha da Graciosa, Vítor Mendes, disse compreender “que há outras prioridades, como a construção da gare marítima de passageiros”, uma medida que esta entidade também tinha sugerido.

Vítor Mendes apontou, contudo, que o executivo açoriano não rejeita a “possibilidade de analisar essa questão, deixando-a para segundo plano, mas não a tira de cima da mesa”.

O líder do Conselho de Ilha da Graciosa faz um balanço positivo da reunião com o executivo regional, ressalvando que aguardam que “alguns pontos do memorando de 2018 ainda venham a ser atendidos”, já que passaram apenas oito meses desde o último encontro.

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