Açores

Federação das Pescas preocupada com a salvaguarda dos recursos marítimos

A Federação das Pescas dos Açores (FPA) manifestou, ontem, a sua preocupação com a “salvaguarda dos recursos marítimos”, defendendo um a implementação de medidas relacionadas a alteração de tamanhos mínimos de espécies para captura e de períodos de defeso.

Em comunicado, a FPA refere que “garantir a sustentabilidade dos recursos marítimos assegurando, em simultâneo, o rendimento dos pescadores” é um dos seus “grandes objectivos”, considerando que “uma racional conservação e gestão dos recursos marítimos dos Açores é fundamental para que os pescadores e restantes agentes deste sector tenham, tanto no presente como no futuro, os seus rendimentos e empregos garantidos”.

Neste sentido, a FPA “tem trabalhado, juntamente com os seus parceiros, num conjunto de medidas a implementar em prol da salvaguarda dos recursos marítimos, sobretudo, em aspectos como os tamanhos mínimos de algumas espécies, o estabelecimento de períodos de defeso ou a gestão de quotas estabelecidas para 2019”.

No mesmo comunicado a FPA refere que, em reunião com as associações federadas, ficou acordada a necessidade de serem implementadas algumas medidas “já no presente ano, de 2019”. As várias medidas passam “pelo aumento do tamanho mínimo do Alfonsim (Beryx splendens) de 300 para 330 milímetros (mm)”; “pela alteração do tamanho mínimo do Congro/ Safio (conger conger) para 1400 mm ou 5.5 quilogramas”; pela “aplicação de tamanho mínimo para a Garoupa (Serranus spp) em 250 mm” e pela “alteração ao período de defeso da Lapabrava (Patella áspera) e Lapa-mansa (Patella candei gomesii) para entre 1 de Outubro a 31 de Maio”.

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