Açores

Açores têm a freguesia com o ar mais limpo da Europa

A freguesia Salão, do concelho da Horta, na ilha do Faial, é um dos três locais que têm o ar mais limpo da Europa, segundo o relatório mundial da qualidade do ar de 2019, elaborado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), revela o Diário de Notícias.

O parque do Cabouco, junto à freguesia, tem cerca de cinco hectares e lá pode-se respirar o ar puro em plena comunhão com a natureza, adianta o jornal lisboeta, dizendo que, para contemplar o Atlântico, há também o porto piscatório de Salão, um dos primeiros portos da caça à baleia nos Açores.

Estes são dos dois locais a visitar em Salão, aconselha a Junta de Freguesia açoriana, que partilha com Espanha e Noruega o estatuto de ser um dos locais com o ar mais puro do continente europeu.

“Aliás, Salão pode também gabar-se de receber, pelo segundo ano consecutivo, o “Certificado de Excelência Ecofreguesia -Freguesia Limpa 2019” ”A Junta de Freguesia do Salão agradece o esforço e a colaboração da população em manter a sua freguesia limpa, lê-se na mensagem publicada este mês na rede social Facebook.

Mas há ainda três destinos portugueses que constam do relatório feito todos os anos pela OMS e que é realizado através da plataforma IQAir AirVisual, a maior do mundo sobre a qualidade do ar: Santana (Madeira) está em 9.º, Fundão em 13.º e Melgaço em 14.º lugar no ranking dos locais com o ar mais puro na Europa, revela ainda o DN.

Os resultados apresentados são a conclusão da análise da concentração média de partículas poluentes ultrafinas com menos de um diâmetro de 2,5 mícrones por metro cúbico (PM 2.5), sendo que um mícron corresponde à milésima parte do milímetro.

A liderar a lista está a cidade de Bodo, na Noruega, logo a seguir surge a freguesia açoriana de Salão e em terceiro lugar Villalba de Guardo, na região autónoma de Castela e Leão, em Espanha.

Estes três destinos têm o mesmo índice de poluição, o mais baixo registado no velho continente. Partilham o mesmo resultado de 3,8 na análise da concentração de partículas em suspensão no ar inferiores a 2,5 mícrones por metro cúbico.

Diário dos Açores

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Diário dos Açores

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