Açores

Açores com mais 14 guardas florestais

O processo de admissão de 14 novos guardas florestais nos Açores está concluído, revelou o Secretário Regional da Agricultura e Florestas.

“A admissão de novos guardas florestais nos Açores vai permitir reforçar a acção desta classe profissional tão importante para a defesa e a vigilância da nossa floresta, que é um elemento estruturante da nossa paisagem e um fator de dinamização económica e social”, afirmou João Ponte, acrescentando que, entre os novos guardas florestais admitidos, cinco são mulheres e nove homens, com uma média etária de 24 anos.

Os Açores dispõem actualmente de 52 guardas florestais, dos quais sete são mulheres e os restantes 46 homens, com uma idade média de 46 anos, estando distribuídos por oito das nove ilhas do arquipélago. João Ponte destacou que concorreram a este concurso da Direcção Regional dos Recursos Florestais 109 candidatos de oito ilhas do Açores e um da Madeira, sendo que 11 tinham licenciatura, um tinha mestrado e os restantes o 12.º ano de escolaridade.

Para reforçar os princípios de igualdade e isenção do concurso, a Secretaria Regional da Agricultura e Florestas decidiu realizar uma parceria com o Colégio do Castanheiro, em Ponta Delgada, a quem competiu elaborar e corrigir a prova escrita, frisou o Secretário Regional. João Ponte salientou ainda que os guardas florestais têm dado um contributo muito relevante para pôr em prática a estratégia de gestão responsável e sustentável da floresta, uma vez que estão diariamente no terreno, exercendo um papel ao nível da vigilância, fiscalização e prevenção da floresta.

“Estamos a falar de uma classe profissional que, diariamente, dá um contributo muito grande na preservação da floresta, em questões ligadas à caça, no acompanhamento de trabalhos de reflorestação e fiscalização”, considerou o Secretário Regional, acrescentando que estes profissionais são merecedores do reconhecimento cívico pelo trabalho que desenvolvem.

A carreira profissional de guarda florestal foi iniciada no arquipélago na década de 50 do século XX.

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Diário dos Açores
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